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terça-feira, 9 de agosto de 2011

A questão racial.

A questão racial parece um desafio do presente, mas tem sido permanente. Modifica-se ao acaso das situações, das formas de sociabilidade e dos jogos das forças sociais, mas reitera-se continuamente, modificada mas persistente. Esse é o enigma com o qual defrontam-se uns e outros, intolerantes e tolerantes, discriminados e preconceituosos, segregados e arrogantes, subordinados e dominantes, em todo o mundo. Mais do que tudo isso, a questão racial revela, de forma particularmente evidente, nuançada e estridente, como funciona a fábrica da sociedade, compreendendo identidade e alteridade, diversidade e desigualdade, cooperação e hierarquização, dominação e alienação.( Octavio Ianni).

Fonte: http://www.comciencia.br/reportagens/negros/11.shtml, acessado em 09/08/2011.

Por: Suellen Pagotto dos Santos

terça-feira, 2 de agosto de 2011


Na atualidade não se pode tratar a questão racial como elemento secundário, destacando apenas a problemática econômica. A posição social do negro não se baseia apenas na possibilidade de aquisição ou consumo de bens. Ainda há uma grande dificuldade da sociedade brasileira em assumir a questão racial como um problema que necessita ser enfrentado. Enquanto esse processo de enfrentamento não ocorrer, as desigualdades sociais baseadas na discriminação racial continuarão, e, com tendência ao acirramento, ainda mais quando se trata de igualdade de oportunidades em todos os aspectos da sociedade.

SILVA, Maria Nilza da. Mulheres negras: o preço de uma trajetória de sucesso. PUC/SP, Dissertação Mestrado, 1999.

Por: Suellen Pagotto dos Santos.

domingo, 31 de julho de 2011



A situação da mulher negra no Brasil de hoje manifesta um prolongamento da sua realidade vivida no período de escravidão com poucas mudanças, pois ela continua em último lugar na escala social e é aquela que mais carrega as desvantagens do sistema injusto e racista do país. Inúmeras pesquisas realizadas nos últimos anos mostram que a mulher negra apresenta menor nível de escolaridade, trabalha mais, porém com rendimento menor, e as poucas que conseguem romper as barreiras do preconceito e da discriminação racial e ascender socialmente têm menos possibilidade de encontrar companheiros no mercado matrimonial.

Fonte: http://www.espacoacademico.com.br/022/22csilva.htm (visitado em 31/07/2011 às 14:00 horas).

Por: Suellen Pagotto dos Santos

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Violência a Mulher Negra.


A violência contra as mulheres, principalmente negras, é outro fator alarmante e impreciso em relação a dados estatísticos, já que muitas das que sofrem desse mal não denunciam seus agressores.
Alguns registros demonstram que a maioria das mulheres que denunciam são negras. O Centro de Atendimento à Mulher Vítima de Violência (SOS Mulher), do Rio de Janeiro, apresenta dados (de março a maio de 1999) que revelam ser, das mulheres atendidas, 65,8% negras e 34,2% brancas.


http://www.overmundo.com.br/overblog/a-mulher-negra-e-pobre-no-brasil (visitado em 29/07/2011)


Por: Suellen Pagotto dos Santos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Frase do Dia para Reflexão.

"Você não é obrigado a gostar de ninguém, você só precisa respeitar os direitos do outro." ( Antônio do Glicério).

Bom Dia Pessoal.

Por: Suellen Pagotto dos Santos.